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Relva da Mó e Roda Fundeira





Implantadas na encosta da margem esquerda da Ribeira do Sinhel, nas linhas cruzadas da Serra da Lousã, desde antes de 1400. A sua gente, incansável, conquistou calçadas e lameiros, casas, azenhas e lagares, com as mãos, pedra sobre pedra. De xisto.

Alfobres, coirelas e pasto (de subsistência) dão agora lugar ao eucaliptal e a trilhos para percorrer na companhia de veados, javalis, esquilos, raposas, corujas, melros, cucos e rouxinóis. Talvez avistando o mergulho de um peneireiro sobre um coelho ou uma doninha. Embalados pelo marulhar da água límpida nas fragas da ribeira, desenhando poços naturais na sua passagem. À espera de um mergulho.

Com os recursos da terra e a arte do povo teceram-se petiscos e costumes, concebidos na necessidade e aprimorados pelo gosto de gerações. Ao som das modas típicas da região, entoadas entre namoros no bailarico ou no campo, para aliviar o coração e o corpo. Com o gosto marcado por receber quem passa como se fosse família, o convite para a ?aloje? pode trazer histórias com rugas ao sabor do tinto e da broa com queijo. Para começar.

A visitar
Relva da Mó - Poço da Vagem | Munho (azenha à beira da ribeira) | Poço Negro
Roda Fundeira - Poço Lavadouro | Poço da Moura | Foz Palheiros | Munhos | Capelas